Segundo o secretário de Serviços Públicos, José Carlos Azevedo, a obra não é um trabalho definitivo. “Esta é uma obra paliativa. O ideal seria a construção de um dique de contenção, mas como a situação exige pressa estamos fazendo um aterro em forma de barragem. Nossa secretaria está trabalhando com os recursos disponíveis”, explicou José Carlos.
O prefeito Beto Azevedo esteve visitando o local e ficou impressionado com a rapidez do avanço do mar. Ele ouviu a preocupação dos moradores e disse que o município já vem trabalhando a liberação de uma verba, junto ao governo federal para a construção de casas populares. “Vamos procurar atender através de uma situação de emergência, mas não podemos deixar estes moradores em situação de risco. É difícil calcular o estrago que uma ressaca maior pode provocar”, disse Beto.
Segundo o secretário de Meio Ambiente, Lael dos Santos, nos próximos dias representantes do Instituto Estadual do Ambiente (Inea) vão até o local para fazer uma vistoria. “O Inea deveria ter feito à vistoria antes do começo das obras, mas devido à iminência de uma catástrofe no local, o Inea permitiu que a obra emergencial fosse feita”, explicou Lael.
Fonte: Ascom PMSFI
Fotos Alessandra Lemos
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