
Ou muito me engano ou os autos de infração de trânsito em Campos devem estar se transformando em um negócio altamente rentável. A Pátio Norte (empresa de parqueamento e remoção de veículos), responsável pela administração do depósito público de Campos, sentiu necessidade de construir um novo espaço – desta vez sem divulgação junto à mídia - para receber os veículos cujos motoristas cometeram infrações, ou foram apreendidos durante operações de trânsito. Matéria sobre o assunto está na Folha da Manhã desta terça-feira (16).
O primeiro depósito público administrado pela Pátio Norte foi inaugurado há menos de dois meses (28 de abril) em Martins Laje, numa área de 2 mil metros quadrados, com capacidade para receber 300 veículos. Ao que parece o espaço já está superlotado. Só isso justificaria que, desde o último domingo, esteja em funcionamento o segundo depósito público, na rua João Maria, no IPS. Para o local já foram transferidos seis carros que estavam no depósito de Martins Laje.
Só que a abertura do novo espaço está criando uma polêmica danada entre a Empresa Municipal de Transportes (Emut) e os administradores da Pátio Norte. Tal qual esposa traída, o presidente da Emut, Joilson Melo, diz que desconhece a existência do novo depósito, já que qualquer coisa nesse sentido teria de passar por ele. Segundo Joilson, a Emut, como gestora do contrato com a Pátio Norte, não foi comunicada e nem autorizou a execução da obra.
Marcos Henriques, responsável pela Pátio Norte, já diz tudo ao contrario. Fala que a Emut foi comunicada, bem como a secretaria de Obras. E dá uma justificativa interessante: a de que o depósito construído na rua João Maria está funcionando “apenas como estacionamento”. Só não especificou se para particulares ou para veículos oficiais. Nesse último caso, todos hão de convir que o local é bem distante de qualquer órgão da prefeitura. Seria bom o rapaz explicar melhor essa história de “estacionamento”.
Voltando ao presidente da Emut, ele vai mais longe ainda quando diz que não vê necessidade desse novo espaço. Joilson Melo afirma que, na semana passada, representantes do órgão vistoriaram o depósito público de Martins Laje e notaram áreas ociosas.
Nesse episódio, uma coisa está clara: prestadores de serviço da prefeitura têm mais autonomia do que os próprios secretários. E devem ter aval para isso. Há muitos interesses em jogo.
O primeiro depósito público administrado pela Pátio Norte foi inaugurado há menos de dois meses (28 de abril) em Martins Laje, numa área de 2 mil metros quadrados, com capacidade para receber 300 veículos. Ao que parece o espaço já está superlotado. Só isso justificaria que, desde o último domingo, esteja em funcionamento o segundo depósito público, na rua João Maria, no IPS. Para o local já foram transferidos seis carros que estavam no depósito de Martins Laje.
Só que a abertura do novo espaço está criando uma polêmica danada entre a Empresa Municipal de Transportes (Emut) e os administradores da Pátio Norte. Tal qual esposa traída, o presidente da Emut, Joilson Melo, diz que desconhece a existência do novo depósito, já que qualquer coisa nesse sentido teria de passar por ele. Segundo Joilson, a Emut, como gestora do contrato com a Pátio Norte, não foi comunicada e nem autorizou a execução da obra.
Marcos Henriques, responsável pela Pátio Norte, já diz tudo ao contrario. Fala que a Emut foi comunicada, bem como a secretaria de Obras. E dá uma justificativa interessante: a de que o depósito construído na rua João Maria está funcionando “apenas como estacionamento”. Só não especificou se para particulares ou para veículos oficiais. Nesse último caso, todos hão de convir que o local é bem distante de qualquer órgão da prefeitura. Seria bom o rapaz explicar melhor essa história de “estacionamento”.
Voltando ao presidente da Emut, ele vai mais longe ainda quando diz que não vê necessidade desse novo espaço. Joilson Melo afirma que, na semana passada, representantes do órgão vistoriaram o depósito público de Martins Laje e notaram áreas ociosas.
Nesse episódio, uma coisa está clara: prestadores de serviço da prefeitura têm mais autonomia do que os próprios secretários. E devem ter aval para isso. Há muitos interesses em jogo.
3 comentários:
DEPENDE DO TIPO DE "PRESTADORES"kkkkkkkkkkkkkkkkkkkRORORO...
Com certeza é um "prestador" entre aspas, mesmo. Ou "emprestador" (de nome, de empresa fantasma ou qualquer coisa que o valha. Vai saber...)
Pela batalha travada em torno do assunto com certeza é uma mina de dinheiro fácil e já lavado. Quem será o dono de fato? Lembrem-se que as eleições estão chegando e a capitalização está pesada, sem contar que as letras do partido diminuiram...pouca vergonha!!!
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